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O PROJETO

Você deve estar se perguntando sobre o que se trata o DARK LILITH PROJECT. Sim, é um projeto, não só mais um, não é só um projeto no papel, só conversas e teorias. Claro, a parte musical é a maior dentro do mesmo até o momento, com resenhas de shows, entrevistas e principalmente, trazemos a você, resenhas de CDs, raros, importados, para que você tenha acesso, não só às bandas clássicas, como a maioria dos sites de Dark e Gótico, mas muita coisa Underground e obscura, e lançamentos novos. Pois em muitos lugares, parece que só se vive do passado, e não é o nosso caso. Somos atuantes na parte musical também. Além da música, trazemos a você filmes (lançamentos), zines, HQ’s e muitos livros, de terror e principalmente vampirismo. Sim, muitos projetos só falam de balada, de open bar, e muitos deles consistem apenas em trocar banners para freqüentarem baladas de graça, por fotos se exibindo e mostrando ter uma equipe de dezenas de pessoas. Mas e o conteúdo? Onde fica a cultura Dark? E aí que entramos: para fazer o diferencial. O DARK LILITH PROJECT se trata de uma vida nascendo para ser útil e não só somatizar idéias, filosofias, psicologias, religiões, conceitos ou preconceitos, ocultismo, esoterismo e demais eventos de normose (de esforçar para fazer tudo igual a todo mundo, se somatórias comuns de sociedade, mídia, sistema, cultura, política, etc).
Sim, o DARK LILITH PROJECT é uma vida nascendo, sendo criado para quem quiser, quem gostar, quem quer concordar, ou discordar, quem quiser aceitar ou repudiar, em se tratando de um projeto, cabe aqui frisar que o que sempre vai predominar é o livre-arbítrio sendo respeitado de minha parte e o da equipe para com todos que quiseram se tornar participantes e se associar, formar uma equipe permanente (sem mudanças e oscilações de grupo com o passar do tempo). Na existência do DARK LILITH PROJECT, a vida nascendo e sendo criada e idealizada por mim é o Instituto Dark Lilith Project. Mais do que um simples projeto, é um instituto com todos os direitos de funcionamento dentro das leis de Cultura, Direitos Humanos e da Constituição no qual ninguém vai anular ou violar o projeto. O DLP não vai copiar nem plagiar ninguém, afinal, se existe algum projeto igual ou até melhor, é de bom senso somar forças, er união, e ser militante da liberdade de viver e de respirar à qual todos os seres humanos vivos têm direito, e não guerrear, matar, tirar a vida ou anular seres humanos, se tratando de crenças e religiões predominantes que mais matam e anulam seres vivos.
Tomo aqui, por liberdade, peço licença para realmente fazer parte agora de suas reflexões e pensamentos (você gosta de pensar?). Faço um convite para passar a você, o projeto ou o Instituto Dark Lilith Project e lhe explicarei do que se trata profundamente e detalhando todos os focos, objetivos, estratégias a curto, médio e longo prazo, a tempo e fora do tempo, atemporal. Isso mesmo, quando desencarnar, quero sucessores que darão continuidade ao DLP enquanto o planeta existir, pois estão matando o planeta e a natureza e o fim está cada vez mais próximo. Provavelmente antes de 2058, prazo que o G8 pediu para reduzir em 50% a emissão dos poluentes pelos países ricos. E assim, com a continuidade de minha obra, ajudar a fazer pelo menos um pouco de justiça discernida, centrada, justa, aceitável, sadia, sem derramamento de sangue de humanos e animais, sem precisar roubar, competir de quem é a (o) mais gostosa (o) ou não, sem precisar provar nada pra ninguém!
O DLP não vai precisar provar nada para ateístas, céticos, cristãos (evangélicos ou católicos), budistas, espíritas, kardecistas, umbandistas, candomblecistas, e qualquer outro tipo de culto. Também não vai precisar provar nada para nenhuma instituição, seja família, sociedade, sistemas, todas as mídias, culturas, subculturas, contraculturas, psicologias, ideologias, políticas, e tudo o mais criado para pessoas comuns. O Instituto DLP vai ser oficializado, com o legado do projeto sendo protegido dentro das leis brasileiras, com logomarca, patente, e comunicação visual para o público específico. Nosso alvo é o público Dark e Gótico, e suas vertentes dentro do Underground total. Como CULTURA, deixando de ser subcultura. Para respeito de culturas musicais, moda, cinema, TV, internet, rádio e sim, a política, com um foco militante para ser trabalhado na forma da lei para tramitar no Congresso Nacional. Para proteger pessoas que levam um estilo de vida alternativo, como defesa e proteção á góticos que sofrem todo o tipo de preconceito e discriminação em todos os níveis: intolerâncias verbais, físicas, morais, da família, dos vizinhos, de religiões predominantes, programas de TV, de outras tribos dentro do próprio Rock (e fora dele), das autoridades, da sociedade, gestos de repugnância, proferidos por pessoas sem educação, incultas, iletradas, em forma de zombaria, piadas, anedotas, que ferem os góticos na sua dignidade, emoção, pensamentos, no direito de se expressar no goticismo total, sem reservas, livre, sem preconceito. As pessoas devem respeitar os góticos, pois são seres vivos (e não mortos, embora eles mereçam respeito também), indução no ensino do que é “ser gótico” e ensinar aos novos góticos a honrar e viver em sua plenitude a sua “alma Dark” 1000% durante o dia, 24 horas, enfrentando a tudo e a todos.
Que a brasilidade saiba que não é só de Funk, Samba, pagode, Carnaval, Forró, Axé, Sertanejo, Rap, Black Music chinfrim, piadas de Ari Toledo e afins que vive e existe no Brasil. O país é o paradoxo da música, e a diversidade faz parte da democracia e as escolhas musicais são livres. Mas aqui, as modas musicais são ditadas como numa ditadura, imbecilizando os seres humanos, transformando-os em robôs, mulheres se portando como cadelas no cio, vivendo de seios de fora, silicone, vaginas podres, cheias de doenças venéreas e DST’s (acham que rosto bonitinho e corpo malhado não transmitem doenças?), que só vivem do corpo e o tem como arma que mata e desgraça a vida de muitos rapazes de cabeça fraca, que se iludem com seios falsos, bundas com enchimento, pernas feitas em Photoshop, cinturas moldadas com espartilho? E a imbecilidade inútil da vida funk, que incentiva menores a transar, transmitir doenças e colocar filhos no mundo, para depois jogarem no lixo, no rio ou pela janela, incentivando o maior número de pedófilos a cada dia que passa? Desde já denuncio sim e você saberá no curso musical que vou criar! Afinal, a música reflete o comportamento da pessoa. Ou você espera coisa boa de uma pessoa que gosta de Funk?

Adriana Dark Lilith